O
Corno de Schrödinger:
Você só está
sendo traído/a se vir sua/seu Parceira/o transando com Outro/a/os/as com seus
próprios OlhOs!
. As Desventuras de um Robô Amaldiçoado no Planeta dos Macacos
O
Corno de Schrödinger:
Você só está
sendo traído/a se vir sua/seu Parceira/o transando com Outro/a/os/as com seus
próprios OlhOs!
Grande momento de Jennifer Lopez em “Atlas”!
Com 1h30’15”
de Filme, após uma COLOSSAL explosão, Ela grita:
- “GOD, that
was satisfying!!!”
(Lagoa, 20240528)
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| (1981) |
“Shake it up” the Song, e não apenas ela; the Album! (1981)
A abertura do Disco
(na época eram Discos) é “Since You’re Gone”, não tem título de Música que seja
mais a cara de Ric Ocasek; um lamento, coração rasgado, dor-de-cotovelo
como tudo dele (e também Shakira nos good old times), preparação para “Shake it
up... with all You’ve got!”
Recomendo
ainda:
“Victim of
Love” – falei que não tinha título de música mais ‘a cara do Ric Ocasek’, e
veja o que surge: “Victim of Love”! O Cara era casado com Paulina Porizkova... (O
Casal fez parte de uma Lista “The 5 Weirdest Couples” (de uma “Vogue” ou coisa
que o valha) como um dos tais cinco casais; era disparadamente o melhor!)
Veja isto:
“She can take you / anywhere she wants to / She can
show you things / that make you weak / She can make you think / that you’re the
only one / She can steal your heart / with just one wink…”
e mais:
“She'll hold ya tight and she won't let go / She'll
make it last and she'll make it slow / She’ll tell you things that you should
not know / Cause you're the victim, the victim of lo-o-ove”
Com o balanço
maravilhoso de THE CARS!
A hipnótica “A
Dream Away” – e The Cars SABEM ser hipnóticos…
A entusiasmante
“Think it over”, te deixa ofegante, vocals Benjamin Orr. Pode-se considerar a
tradução que aqui ofereço: “Pense nisto”; encaixa no cantar da Música e no
sentido da Letra.
“Cruiser”,
também com Orr cantando, é pesada – e The Cars SABEM ser pesados...
Em resumo: sou
suspeito para falar, pois THE CARS estão em meu Top 5 (além da Santíssima
Trindade, o quinto membro é rotativo: tem épocas de RAMMSTEIN (um período,
atualmente não ouço nada, abandonei completamente desde que ouvi o preguiçosérrimo
e formulaico “Zeit”, o mais recente lançamento, blaaagh, Banda perdeu meu
respeito, virou Circo (com Guitarras boníssimas, tenho que admitir), SHAKIRA
(a primeira fase, digamos até “She Wolf”, o seguinte “Sale el Sol” já é
exclusive), STRAWBS (pena que apenas 4 discos sejam bons, o problema é que são
4 Discos BONS DEMAIS, então Strawbs tem suas épocas de Top 5), ultimamente
vinha sendo NIGHTWISH, creio que no momento a vaga esteja vaga, estou ouvindo
Progressivos. Com isto praticamente enumerei meu Top 10, para completar dez Eu
acrescentaria AEROSMITH e o LED ZEPPELIN (Nota: quem me conhece sabe que a
Santíssima Trindade é GENESIS (com Gabriel), GOLDEN EARRING e MARILLION (com
Fish))
Era para fazer
apenas uma recomendação para algumas Músicas deste LP / CD / Álbum, mas o Vento
sopra forte sobre os Nefelibatas...
(Lagoa, madrugada
de 20240102)
Inquiro o Arcanjo (meu Consultor de
T.I.) sobre problema inexplicável com Impressora (problema este que vim posteriormente
a compreender).
Ele
me explica que usa muito pouco Impressoras em Casa, e portanto não sabe falar a
respeito:
-
“Imprimo em Casa umas 3 ou 4 vezes por ano, então toda vez que vou imprimir
compro uma Impressora nova; é o único jeito de não ter problemas com elas! E
sai mais barato do que comprar Cartuchos novos para repor os que ressecaram.”
Simples!
Taí
portanto uma Dica de solução para quem vive tendo problemas com Impressoras.
De
minha parte não os tenho: aprendi que com Impressoras o negócio é usar muito,
aquela estória do “quanto pior trata, melhor se comporta”.
(Lagoa,
20231231)
Adoro
Cinema, adoro Filmes, adoro Séries, mas nunca fui muito ligado nos Diretores.
Curti muito a fase Hitchcock do Brian de Palma, e também mais alguns óbvios,
mas nada que me chamasse a atenção (acho Christopher Nolan um “poseur” que só
impressiona a impressionáveis; “A Origem” é provavelmente o Filme com mais
furos de Lógica de toda a História) (e é cultuado, por aí se pode ter uma idéia
do nível com o qual temos que conviver...) (neste Blog tem Crítica das Falhas
de Raciocínio do Filme).
Zack Snyder
fez “SUCKER PUNCH”, o maravilhoso Sucker Punch (jamais vi - em
canto algum! - a tradução correta / adequada para esta expressão: “Golpe
Baixo”), nota 10 com muitos Louvores, história brilhante em 3 camadas geniais,
Visual, Elenco, Música, Clima, Ambientes, Danças, Guerreiras, Trajes, Cabelos,
Olhares, Roupas, Cenários, Iluminação, Slow Motion, Drama). A estória por trás
da estória por trás da estória é absolutamente grandiosa!
Evidentemente, um Filme com pouquíssimo reconhecimento.
Chega 22 de
dezembro de 2023: o aguardadíssimo (por todos e por mim) “REBEL MOON”, na
Netflix. Começo a assistir na madrugada do lançamento, e prossigo aqui e ali
com meia hora cá, meia hora lá, visões e revisões sozinho ou com P&M,
curtindo, viajando junto, a Crítica caindo de malho, foi bom porque me alertou
quanto a coisas com as quais Eu poderia ter embirrado – como Eles todos
embirraram – e curti o Filme como se deve: embarquei na Viagem de Snyder.
UM Filme de
2 horas, deliciou-me em uns 8 trechos de meia hora, idas e vindas, revisitadas
ao Mundo de delírio por Ele criado.
E a Crítica
destroçando. Segue então minha Réplica:
1) Inaceitável
pedir / exigir “desenvolvimento (aprofundamento) de Personagem”. O
Personagem é aquilo e acabou, o resto não é necessário para o desenvolvimento
da história, o que interessa é que o/a Personagem é AQUILO e pronto, nunca
ninguém pediu desenvolvimento de personagem dos Príncipes Encantados, eles
simplesmente aparecem, matam um Dragão (espécie em extinção, e que tem todo o
direito de defender seu Tesouro) , e beijam a Mocinha (até mesmo se Ela estiver
dormindo, será que pode?) (será que posso?) (creio que não) e os Príncipes são
Personagens Clássicos sem precisarem de aprofundamento do caráter
para identificação; é Príncipe e pronto! Assim como os Personagens de Rebel
Moon são aquilo e pronto, é índio, é ninja, é mau, e pronto! Quer ver Filme do
Bergman, está na Praia errada!
2) “O
C.G.I. é evidente”. Sim, é evidentérrimo. É a marca do Snyder! Nunca ninguém
reclamou de Picasso ou Van Gogh não terem paisagens que parecem reais. Tela
verde como estilo para o Mundo pictórico! Não tenta fazer parecer Realismo, mas
sim faz pinturas, combinações de cores, câmeras lentas para curtir a
plasticidade dos momentos; não é só querer ação/ação/ação e pular os visuais;
slow motion, vê se curte!
3)
"Ah, é só montagem da Equipe", sim, é montagem da Equipe, este é o
Plot, não reclama! E convenhamos: não é só a montagem da Equipe... (a mesma
crítica poderia ser dita - e não foi - da Primeira Temporada de ONE PIECE:
"é só montagem da Equipe...")
A meu ver
nas Críticas sobrou muito “eu quero”, “eu queria”, “eu esperava” e faltou
embarque, faltou desligar, viajar, se deixar levar. O Cara fez “Sucker Punch”,
galera!!! “Rebel Moon” é distração na veia.
Talvez
caberia um 4) Sofia Boutella é muito ruinzinha, aliás é péssima, sim;
but who cares??? A Mulher é uma tremenda Dançarina, perfeita para
coreografias de Luta. Pessoalmente detesto lutas, a parte que sempre me cansa é
a porradaria no final de quase todos os Filmes, mas as Lutas de Snyder são como
do Almodóvar (o precursor “Clockwork Orange” tinha uma outra proposta):
plásticas, coreografadas, bonitas de ser ver. Em câmera lenta, sim; de outra forma,
vira só Soco!
MINI-SPOILER,
APENAS NESTA LINHA (não é muito grave, mas Você pode pular se ainda não viu):
(PULE!) Aquele twist me pegou completamente, e também a meus Pais com quem
estou assistindo (94 e 90 anos), me parece que engana todo mundo, ou estou
enganado? Pegou Você?
O
verdadeiro CRIME do Filme não foi comentado por ninguém: esconderam /
camuflaram a maravilhosa JENA MALONE (“Sucker Punch”, entre outros; Ela tem o
melhor strip-tease da história, dentro de um Elevador em “Jogos Vorazes: Em
Chamas”) por trás daquela horripilante e sensacional Aranha! Passei meses
sonhando em (re)ver Jena, sabendo que Ela estaria no Filme, passou o Filme
inteiro e Ela não apareceu, imaginei será que apenas na 2ª Parte?, fui olhar os
créditos no IMDb e lá estava: “Jena Malone – Harmada”, NÃO É POSSÍVEL, a
Mulher-Aranha, esconderam a Jena Malone, virou Bruxa, mas que Crime!!! Enfim
Jena aguardo-a no próximo Filme (são tão bissextos...)
OUTRO
MINI-SPOILER: O Filme acaba, ou poderia acabar, 10 minutos antes. Tudo está
resolvido, bem e feliz; e aí ressurge, recomeça, continua. Se estiver mostrando
para alguém, Você tem a opção de interromper e falar: “Fim” quando o Jimmy
aparecer, e a Pessoa vai acreditar, e não vai aguardar uma Parte 2 dentro de 4
meses. Opção.
Meus Votos de
que os Críticos consigam revê-lo com OlhOs de curtição, de entrega, de viagem, e
que venham a curtí-lo!
Em câmara
lenta!
(Nota: conforme mencionado, a Postagem a respeito de “Inception” (link): UM PANDA EM SATURNO: Aviso: “Inception” (“A Origem”) é uma PORCARIA! )
(Lagoa madrugada de 20231228. Acompanhando
o Mundo desmoronar, o meu Mundo, à minha volta, nada posso fazer, tornei-me o
Observador que sempre estive destinado a ser, Passivo, inerte, intervenções mínimas
para que ao menos as coisas a meu redor funcionem a partir de minimamente bem, ao
menos o necessário para sobreviver, para montar o Teatro, de resto sou Passivo,
OlhO sem interferir, não há como interferir com a Mediocridade, não há como
competir, como tentar explicar, que raciocinem; só resta observar, Observador)
Nada – nada – nada – se parece mais com minha Vida atual do que a página 1 de Dark Knight Returns.
Fundindo o
Motor para cruzar a Linha de Chegada, ainda que com o Carro em Chamas...
(Lagoa
20231201)
Descobri (“descobri”
é modo de falar) algo que desafia a Lei da Gravidade:
a Água SOBE pelo guardanapo de papel!
Ela SOBE pela parede infiltrada.
Sobe sozinha, sem nenhuma ajuda.
Ignora a Gravidade.
Talvez se Eu pesquisasse a respeito,
poderia elucidar a dinâmica envolvida; a Mecânica dos Fluidos.
Mas prefiro ficar achando que it’s a
kind of Magic.
Ou talvez manter a ilusão de que haja
uma outra saída do Poço Gravitacional...
(Ipanema 20220219)
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| "Você quer ver novamente no instante em que acaba", pura verdade! |
Marcou-me
o Filme “O Grande Truque” (“The Prestige”, 2006) por algo que a princípio
parece pequeno mas que é a essência do Filme (spoiler não-crucial a seguir).
Um dos
Personagens secundários é um Mágico bastante gordo & corcunda, cuja pièce
de résistance de seu Ato é um truque absolutamente impossível.
A alturas
tantas, um outro Mágico (um dos Personagens centrais) entende que ele não é
gordo nem corcunda, mas que passava a Vida inteira fingindo sê-lo apenas para
durante seu Ato conseguir carregar para o centro do Palco um enorme objeto
oculto em suas vestes sem que ninguém notasse.
- “Dedicação
da Vida inteira a uma Causa”, concluía com Admiração o outro Mágico.
Esta é minha
Resposta a quem pergunta “como estou”.
Dedicação da
Vida inteira a uma Causa.
(Lagoa Rodrigo de Freitas, 06 de Junho de 1956 + 65)
Se
alguém tem alguma dúvida sobre o GOLDEN EARRING ser a maior Banda da História, recomendo que assista este Show, gravado no final de 1999. Na íntegra!
https://www.youtube.com/watch?v=GXmgLGHemR4
Credits: Recorded live in Beverwijk (26-11-1999), Wateringen (27-11-1999), Tilburg (09-12-1999), Volendam (11-12-1999) and Leiden (18-12-1999).
(Disclaimer: a divagação a seguir nada tem a ver com algum evento específico da Vida deste Autor. Não estou lamentando nada ou me arrependendo de nada; apenas devaneio a respeito de uma situação que não é corriqueira, mas que certamente acontece aqui & acolá na Vida de todos – e de como reagimos a ela.)
(Disclaimer 2: se Você não viu “Vanilla
Sky”, sugiro que veja imediatamente e somente depois leia esta
Crônica!)
(Disclaimer 3: a pavorosa formatação do texto é culpa desta @#$%&* nova versão do Blogger. Estou desenvolvendo a continuação deste Fórum em uma outra Plataforma.)
Acho
maravilhosa a frase de David Aames no telhado nos momentos finais de “Abre los
Ojos” (“Vanilla Sky”):
-
“I lost you when I got in that car.”
(-
“Perdi você no momento em que entrei naquele carro.”)
No
momento em que David decide entrar no carro, não parecia que a coisa
degringolaria daquela forma. É claro que não era exatamente a coisa ideal a se
fazer, mas por outro lado não parecia existir a possibilidade de haver grande
prejuízo. E David entrou no carro, e vem então a catástrofe que varre o Filme.
E
é este o ponto.
Ao
longo de nossas Vidas, quantas decisões tomamos pesando apenas o que se tem a
ganhar e minimizando o que se tem a perder? Quantas vezes antes de tomar alguma
Atitude Você se faz esta pergunta e compara: “o que tenho a ganhar, e o que tenho a
perder?” É comum se considerar apenas o que se tem a ganhar.
Quantas
vezes Você entra no carro?
Usualmente
existe algo agradável a se ganhar a curto prazo versus algo colossal a se perder,
porém com baixa possibilidade de acontecer. E vem então a “Decisão David Aames”:
o ato inconseqüente que gera agrado imediato.
O
problema é que se der errado, o prejuízo pode ser irreparável. Pouco a ganhar,
muito a perder.
Pessoalmente
tenho por princípio jogar na defesa. Opto por “Risco Zero”, ou ao menos por minimizá-lo
(costumo brincar que no Rio há tantas blitz de Lei Seca que aqui eu nem dirijo
nem bebo!). Isto não impede que me exponha a situações que outros podem
classificar de arriscadas; mas o faço pesando racionalmente (e não emocionalmente)
os riscos e suas possibilidades de ocorrência.
Minha
conclusão: como sempre repito (e evidentemente sou ignorado), “Riscos não são
um acaso, mas uma Ciência”. Não deixe de corrê-los conscientemente.
Não perca o Amor da sua Vida por entrar naquele Carro.
(Lagoa Rodrigo de Freitas 20201018 sete meses de QuarenTimes)
Me apaixonei
por Carlos Ruiz Zafón, e li seus 8 Livros. O único em Português foi o primeiro
dele que li, evidentemente “A Sombra do Vento”.
Quando finalmente
“El Laberinto” foi publicado, surpresa: era um calhamaço de mais de 900
páginas! Eu tinha acabado de ler 3 volumes do Cabra em seguida, e estava
cansado (não gosto de repetir Autores na seqüência, é cansativo) e achando algo
prolixo, e me surge UM CATATAU DE NOVECENTAS PÁGINAS! Não dava, não deu,
abortei a idéia.
Recentemente
reencontrei: É LAGOM. Porém não é exatamente como lembrava: não é hindu ou
butanês ou similar como eu imaginava, mas uma Filosofia sueca. E o princípio
primordial, embora igualmente Nobre, não é aquele que Eu imaginava: neste LAGOM
Sueco atual a Essência é “não ter nada além do que precisa”. Ter somente o
necessário, viver sem acúmulo de excessos, educar a Mente para tal. É belo.![]() |
| "The Great Escape" |
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| "A World of Poetry" |
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| "Coeur de Pirate" |
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| "Train Train Quotidien" |

Na segunda metade de julho/2020 li “Civilizações Extraterrenas”
(1979), que comprei de um Mendigo na Praça Nossa Senhora da Paz (Ipanema, RJ) cerca
de 2 anos antes. Trata-se de uma avaliação puramente técnica e científica (e
bem-humorada e brilhante) da possibilidade de existir Vida contatável no
Universo. A análise passa por formação / definição de Inteligência, evolução
geológica do Universo, comunicação e deslocamento em distâncias absurdas,
conteúdos de Informação identificáveis por formas completamente diferentes de
raciocínio, e muitíssimo mais. "Save Our Souls" (AquaSixio) O quê aconteceu com “eu prefiro viver dez anos a mil do que mil anos a dez”? Era só blefe p...